Como ter um modelo de gestão meritocrático?

Para que o processo de gestão de desempenho seja meritocrático, é preciso que a organização esteja pronta para lidar com a gestão de consequências.

  • Seus líderes estão prontos para dar feedback? Estão preparados para conceder reajustes salariais por mérito apenas aos profissionais com performance realmente diferenciada? E para promover somente quando a área suportar aquele novo tamanho de cargo?
  • Sua empresa está pronta para desligar pessoas que apresentam baixa performance de forma recorrente ou pessoas desalinhadas dos valores ou das competências esperadas?

Ao responder “sim” a estas perguntas, sua empresa mostra-se capaz de conduzir um modelo de gestão meritocrático. Para que seja efetivo, ele deve diferenciar efetivamente os colaboradores, gerando impactos em todos os subsistemas de RH, especialmente no pagamento da remuneração variável.

Muitas empresas desejam ser meritocráticas, mas não estão preparadas para lidar com os impactos desta decisão. Ainda que as mudanças sejam aplicadas de forma gradual, elas devem acontecer para fortalecer a meritocracia. Afinal, não há nada mais injusto o que tratar os diferentes de forma igual.